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Como alcançar nossos objetivos?

A resposta não deve ser o que espera

Dica: talento ou dom não é a solução

Bom, para responder a essa pergunta, primeiro vamos analisar os jogadores de futebol. Quantas vezes você já assistiu a um jogo de futebol e se perguntou ou perguntou para a pessoa que está ao seu lado: “Como é possível um jogador ruim como esse ter conseguido ser jogador?”.

 

Ou melhor ainda, quantas vezes você viu um jogador muito bom/excelente acabar não se tornando jogador e que, pelo menos, pudesse ter uma carreira com títulos?

 

No Brasil, por exemplo, é até que frequente uma criança querer ser atleta profissional de futebol para se tornar rica quando crescer, já que é o esporte de maior popularidade.

 

Mas para isso, não basta, como muitas pessoas acham, ter apenas talento ou dom – e isso não vale só para o futebol -, é necessário ter dedicação, consistência, boa mentalidade para vencer a preguiça e alcançar aquilo que desejamos.

O nosso cérebro é treinado, desde a nossa infância, a nos defender do desconhecido, a nos proteger. É só pensarmos quantas vezes ouvimos “não” e quantas vezes ouvimos – de todos – o que precisamos ser: médico, advogado, funcionário público... Claro que, assim como quase todas as profissões, elas são nobres, e é necessário ter dedicação, consistência e inteligência emocional para conquistá-las.

 

Mas o ponto que quero chegar é, que ao longo de nossas vidas, precisamos definir os nossos próprios objetivos e aí agir de acordo para que alcancemos esses objetivos. Estabelecer essas metas já é um bom primeiro passo para lutar contra a preguiça, ainda mais quando você o faz baseado no que deseja, nas suas vontades...

 

Não estou dizendo, por exemplo, que, ao decidir seus propósitos, você deva fazer faculdade ou não. Como: você sabia que a atriz Natalie Portman, que já ganhou um Oscar por Melhor Atriz, se formou em Harvard, fala inglês, hebraico, francês e japonês? Por outro lado, Leonardo DiCaprio, que também já ganhou um Oscar e é atualmente um dos atores mais conhecidos do mundo, nunca se formou em alguma universidade, o que costuma ser bem mais frequente no universo de atuação do cinema.

 

Então, quando precisamos de um desafio ou vamos encarar um, é mais fácil desistirmos no meio do caminho por, simplesmente, termos receio do que pode acontecer posteriormente e acabarmos frustrados, ou por preguiça mesmo de manter o ritmo. Por isso queremos o melhor, mas prezamos/optamos pelo mais fácil. É ‘mais fácil’ gastarmos o dinheiro que sobra do salário com festa (ou qualquer outra coisa supérflua) do que economizarmos. É mais fácil comermos besteira todo o dia para o nosso prazer do que fazermos uma dieta longa. É mais fácil falarmos que investir “é coisa para rico” do que realmente tentarmos entender melhor como funciona, aprendermos e também começarmos a investir.

Esses são vários pontos que podemos citar, explicar e exemplificar o por que a nossa vida, a curto prazo, pode ser excelente, mas a longo prazo, cheia de frustações por conta de metas e objetivos não alcançados. Assim, ficamos acomodados, “satisfeitos” com o básico e nunca experimentamos e/ou vivemos do melhor, o que era o que desejávamos desde o início. Nossos sonhos logo se tornam a frase: “Ah, sonhar é para os bestas”. Ou então a minha preferida: “Você sonha alto demais”.

 

Se realmente analisarmos essas frases, vemos o por que tantas pessoas são medíocres e, às vezes, pode até fazer sentido o motivo de estarmos com elas. Estamos com elas porque “é mais fácil” ser comum e fazer o normal do que ser diferente e fazer o incrível e o impensável.

 

Tendo isso em vista, pode surgir neste momento o pensamento: “Não tenho mais idade e disposição para isso.”. Nunca é tarde! Você sabia que Henry Ford, o executivo e co-fundador da GAP tinha 40 anos quando abriu, junto a sua esposa, a primeira loja da marca em San Francisco, em 1969?  Hoje, a GAP é considerada uma das maiores varejistas especializadas dos EUA. Ou até que Ray Kroc, quem fundou o McDonald's, uma das maiores cadeias de fast-food, em 1954, tinha 52 anos?

 

Todos esses pontos citados não são ideias, são fatos. Mude a mentalidade que possui hoje, tire a preguiça de si, treine o seu cérebro para isso, crie, se dedique, persista, e nunca desista dos seus sonhos. Precisamos ter metas, objetivos, buscar nos desenvolver, aprender, superar desafios, imaginar, fazer diferente, não nos acomodar e, principalmente, não nos render à preguiça!

 

Conclusão

Para começar a vencer a preguiça, pense e encontre uma tarefa que goste muito de fazer, seja um esporte, um hobby, experimentos, ou até o fato de conversar. Analise como isso pode contribuir para seu desenvolvimento e, consequentemente, até como pode ser realizado dentro de uma profissão, área ou carreira.

 

Dessa forma, fica bem mais fácil vencer a preguiça. Você traça seus objetivos por meio do que tem prazer em fazer e se dedica nisso o tempo que for necessário. Lógico que haverá obstáculos no caminho, como a possibilidade de voltar a pensar em desistir, caso não esteja dando certo do modo que imaginaria, mas lembre-se: isso é o que você adora fazer.

 

Continue correndo atrás, pesquise, estude e se torne melhor no que gosta. Assim fica muito mais difícil de nos rendermos à preguiça.

 

Você realmente acha que a preguiça vence o que ama fazer?

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